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Solução versátil e acessível
Solução versátil e acessível

De lanchonetes a lojas de eletrodomésticos, a automação do balcão é indicada para todos os tipos de negócio e garante o retorno do investimento na eficiência do atendimento e no controle das vendas.


O conceito de automação em balcão distingue um setor que guarda semelhança com o de restaurantes, mas trabalha de uma forma um pouco mais simplificada. Nesse sistema de atendimento, ao fazer o pedido, o consumidor recebe uma anotação (ou comanda), que ele próprio ou um funcionário leva ao caixa para o pagamento final. Dependendo do caso, o pagamento também pode ser feito antes e a comanda entregue no balcão para que o consumidor receba o produto. É um modelo usado em vários tipos de lojas, como livrarias, lojas de material esportivo, lanchonetes, bares e padarias. Com exceção das grandes cadeias de lanchonetes fast-food, na maioria das vezes esse modelo de automação é adotado por micro, pequenos e médios negócios.


Nesse tipo de estabelecimento, a automação geralmente demora a acontecer e é realizada apenas na frente de loja, com vistas a agilizar o atendimento. Como no caso dos pedidos de restaurantes, nas comandas de balcão o que costuma provocar mais problemas de lentidão e ineficiência no atendimento são as comandas escritas   mão, que muitas vezes vêm com problemas de letra ileg­vel ou grafia incorreta, que induzem a erros no pedido. Com a automação, a comanda passa a ser impressa por um terminal (que também pode incluir informações sobre produtos e preços em estoque) com mini-impressora, que pode estar instalado no balcão de atendimento ou mesmo no caixa. Em estabelecimentos de médio e pequeno portes, os dois locais geralmente ficam fisicamente próximos.


No caso das lanchonetes fast-food, a comanda costuma ser impressa no caixa e o consumidor a leva para o balcão para receber o produto. Nas lojas, geralmente ocorre o inverso. Os micro e pequenos comércios, em muitos casos, a automação não passa de uma máquina registradora com o Emissor de Cupom Fiscal (ECF) exigido por lei.


Mesmo nesses locais, além da comanda impressa, é recomendável trazer outros recursos para a frente de loja, com a colocação de um PDV. Embora atendam basicamente ao consumidor das classes C e D, estas empresas estão trabalhando cada vez mais com cheques e cartões de crédito/débito, o que torna a presença de um pin-pad para leitura de cartões e de uma impressora de cheques uma opção para aumentar a eficiência no atendimento. Mesmo porque há um número crescente de estabelecimentos nesses setores oferecendo novas opções, como cartões de fidelização. Entre as lojas, que muitas vezes trabalham com mercadorias de maior valor, como eletrodomésticos ou móveis, esses itens são indispensáveis nos dias de hoje.


Negócios como padarias e lanchonetes geralmente trabalham com um mix reduzido de produtos.


Principalmente nos casos dos fast-foods, a quantidade de opções pode ser tão simples que vale a pena ter um ponto-de-venda (PDV) com teclado reduzido e programado de acordo com as alternativas existentes, para facilitar a preparação da comanda. Em alguns casos, o teclado chega mesmo a ser marcado com cores ou figuras, o que torna o treinamento de funcionários extremamente simples. Isso também ajuda a evitar erros de grafia que possam induzir a erros no pedido. Como os produtos ganham denominações simplificadas para registro, além dos teclados compactos, alguns estabelecimentos contam com sistema de áudio, no qual o caixa anuncia o pedido através de um microfone para o pessoal da copa/cozinha.


Devido   quantidade menor de produtos no mix, a parte administrativa desses estabelecimentos geralmente não é muito complicada e, com o uso de um PDV, é poss­vel manter um controle razoável do giro de produtos, estoques, necessidade de compras, etc. As exceções são as grandes cadeias de lanchonetes fast-food ou lojas de determinados segmentos que trabalham em forma de rede, muito comuns no caso dos eletrodomésticos, por exemplo. E há casos particulares, como os das lojas de roupas e calçados, que, embora na maioria das vezes não sejam operações de grande porte, precisam trabalhar com uma enorme variedade de modelos, cores e tamanhos de produtos. Em todo caso, inclu­da ou não a retaguarda, permanece a recomendação de trabalhar sempre com um revendedor/fornecedor credenciado, que acompanhe todo o processo de implantação do sistema de automação e que a aquisição dos equipamentos e do software seja feita da forma mais simultânea poss­vel.


Matéria adaptada do site  www.empreendedor.com.br

 
 
 
 
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